Arquivo para a categoria 'musica'

29
Mar

The Misfits em Curitiba

Misfits no Brasil: novas datas anunciadas
   
Foto: Divulgação
A lendária banda Punk Misfits é uma das atrações da primeira edição do festival Maquinaria Rock Fest que será realizado nos dias 17 e 18 de maio no Espaço das Américas, em São Paulo. A apresentação do grupo norte-americano já estava marcada para o dia 17, e agora a produtora Top Link anunciou em seu site oficial mais dois shows do grupo pelo país.O Misfits se apresentará no dia 16 em Curitiba e no dia 18 em Porto Alegre. Na capital do Paraná o local do evento ainda não foi determinado, já na capital gaúcha o show será realizado no Bar Opinião. Ainda não há informações sobre o valor dos ingressos.

A atual formação do Misfits conta com Jerry Only (voz, baixo), Dez Cadena (guitarra), e Roberto Valverde ( bateria).

                                                                            Posted by the guy

28
Mar

Curiosidade

   A curiosidade é a capacidade natural e inata da inquiribilidade, evidente pela observação de muitas espécies animais, e no aspecto dos seres vivos que engendra a exploração, a investigação e o aprendizado. A curiosidade faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui. Também se designa desse modo qualquer informação pitoresca.

A curiosidade humana é o desejo do ser humano de ver ou conhecer algo até então desconhecido. A curiosidade, porém, quando ultrapassa um limite pré-estabelecido pela ética social, como por exemplo a invasão de espaço alheio, pode ser reprimida. Alguns termos populares podem designar alguém demasiadamente curioso: xereta, bicão, intruso, intrujão etc.

27
Mar

CURITIBA CALLING 2008

SAB 29 MAR (Curitiba 315 anos)

KÃES VADIUS
CWBILLY’S
RÁDIO CADÁVER
BARBATANAS
PSYCHO MONSTER

Entrada R$ 10 antecipado (Vitrina Rock Style)

92 Graus
Des. Benvindo Valente, 280 - Alto São Francisco - Curitiba/Pr (Próx. a pç. do Gaúcho) - (041) 3308-2792

                                       

                                                   Posted by the guy

26
Mar

Punk Rock


 

O sonho havia acabado, e foi duro acordar dele e deparar com um mundo, onde o jovem sequer tinha o que sonhar. Este foi o mundo mostrado tão magnificamente pela sétima arte, por Kubrick, em A Laranja Mecânica. Que soco, que podre, que horror, era preciso correr, tudo ficou dark, punk e skinhead, e de repente, sem submarino.

Punk foi o movimento de estilo jovem, que nasceu em 1977, em Londres. A palavra significa podridão, sujeira, insanidade. O movimento levantou a bandeira da desilusão, sendo seu lema: No future. Surgiu durante a crise econômica inglesa da década de 70, com o desemprego e as novas formas de pobreza. Existe até hoje e é movimento típico de países ricos que não abrem espaço para absorver a jovem mão-de-obra com pouca escolaridade e baixo nível tecnológico.
Para os roqueiros, os Beatles, com seus ternos de veludo e peito rendado, queriam parecer doces e pacíficos. Os Rolling Stones eram a imagem da violência e dos que se opunham, por princípio, a tudo; eram jovens de Blusão Negro e camisa fosforescente, que promoviam quebra-quebra. A comunidade dos Blusões Negros era o símbolo da união dos grupos de jovens e representava a vida em bando, nos grandes centros urbanos.


Bollon (1993) lembra que o uso dos casacos negros de couro significava que seu usuário, com ele ,defendia o próprio couro como se defende a própria vida. Não se pode roubar um couro, pode-se recuperar ou tirar, arranjar ou despojar de alguém que não esteja usando ou não saiba se defender. Sob esta roupa se esconde uma ideologia, a da solidariedade e do reconhecimento no seio do bando e sinaliza, publicamente, para a representação da violência e da agressividade, que tanto pode ser pública como privada, guardada para usar no universo fetichista da sexualidade Perv. É deste universo agressivo que brota o mundo Punk.

 

Este grupo adotou um traje anárquico, louco, desesperado e rasgado e destruído. O vestuário Punk era um traje-cenário: botas de couro, correntes e tatuagem. O couro é o material nobre para o vestuário deste grupo. Como a pele é o couro de cada um, assim como se estampa um tecido ou camiseta, a própria pele que deve ser estampada em forma de tatuagem; é na pele que se sofre, onde estão os hematomas, por isso, a roupa-pele é rasgada: o hematoma da roupa. A agressividade do grupo é extensiva ao corpo de cada membro dele.

A grande revolta dos punks é a falta de oportunidade de inserção no universo social de classe média, gerada pela dificuldade de inserção no mercado de trabalho, isto é, o desemprego.

Consideram que roupa não é ideologia e que não andariam com um “pala boa” porque é traje de gente que ganha dinheiro sem esforço.

Desde o seu começo, o rock tem fomentado impactos, choques, modas, estilos, comportamentos, políticas, revoluções, idéias de declínio e guinada, além de música e dança. Para suas guinadas, o rock conta sempre com a energia dos adolescentes. Basta uma geração ter completado sua missão ou ter dado seu recado, para que outra reação surja com outra proposta.

Uma das grandes guinadas do rock aconteceu em 76, com o movimento punk. Depois de passado o impacto inicial, com a imagem mais desagradável de toda a história popular universal e sob apavoradas pressões de todos, sucumbiu ao peso da própria audácia, mas não morreu. (?)

Vistos como marginais, drogados, sadomasoquistas, assaltantes mirins, travestis, prostitutos adolescentes, sonhadores entre outras merdas mais (maldito mainstream!). Se o mundo do adulto é confuso, não se pode cobrar coerência política do mundo punk, mesmo porque se trata de um movimento de revolta do adolescente, insatisfeito com tudo. Invocam o espírito de mudança. Não é só uma cultura visual ou musical, é também uma crítica e um ataque frontal a uma sociedade exploradora, estagnada e extravagante nos seus próprios vícios.

Mais revolução de estilo, que movimento político, mais sentimento que consciência, o movimento tem, como primeira regra, que não existe regra, ser punk é quebrar regras e não criá-las, é não se preocupar em usar a roupa certa ou dizer os clichês certos, é pensar e se expressar por si, e em grupo, é claro.

Depois de Elvis e dos Beatles, não existiu nada mais contestador, anárquico e subversivo dentro do rock. Existe uma briga pela paternidade do estilo entre americanos e ingleses. Na verdade o movimento nasceu nos Estados Unidos, inspirado nas bandas MC%, Stooges e Velvet Underground. (?)

Em vez da paz e do amor pregados pelos movimentos hippies, essas bandas incendiavam Nova Iorque com um estilo forte, contagiante e sem padrão préestabelecido. Em 1974, a casa noturna nova-iorquina CBGB abria suas portas e por lá passaram Ramones, Patti Smith, The Pretenders. A cena americana era mais musical do que comportamental, não chegou a influenciar a moda ou a quebrar os padrões da sociedade conservadora, era apenas um novo estilo musical, que estava sendo criado, aparentemente, sem que as pessoas percebessem.

Na Inglaterra, o estilo chegou no final do ano seguinte. Milhares de desempregados perambulavam pela periferia londrina sem ter o que fazer; costumavam se reunir numa loja de produtos sadomasoquistas, chamada Let it Rock, de propriedade do empresário Malcom McLaren. Correntes, couro, pregos e outros produtos usados por casais, dentro de quatro paredes, acabaram inspirando a moda punk. (que maravilha, isso ajuda em muito o preconceito atual!)

Falta de perspectiva profissional, desemprego, injustiça social, tudo era um prato cheio para criar um novo estilo, mas faltava algo para o gênero estourar. McLarem, depois de uma ida a Nova Iorque, a negócios, voltou encantado com o que viu. Steve Jones e Glen Matlock, freqüentadores da loja, haviam assistido ao show dos Ramones na Inglaterra, no final de 75, e chamaram o amigo Paul Cook para assumir a bateria. Conseguiram também um vocalista feio, com dentes estragados, que não sabia cantar e usava uma camiseta com os dizeres I Hate Pink Floyd (eu odeio Pink Floyd) e o Sex Pistol estava formado.

A banda mexeu com todos os padrões conservadores ingleses. Apareciam bêbados ou drogados em público, xingavam a rainha em frente das câmeras de tv, pregavam o caos e a anarquia nas letras. Na cola dos Pistols, vieram The Clash, Vibrators, Sham 69, UK Subs. Cuspir nos ídolos durante os shows tornou-se um fato curioso e freqüente da platéia punk. Uma explicação para isso é que as bandas que faziam sucesso nos anos 60/70 acabaram virando uma espécie de semideuses. As pessoas não podiam chegar perto dos popstars. Com os grupos punk era diferente, quem estava encima do palco era um jovem igual aos que estavam na platéia.

Na década de 80, o estilo começou a perder força no mundo inteiro. O choque da contestação já havia sido assimilado pelas pessoas, e os punks de butique começaram a surgir. Alguns grupos que tentavam manter o espírito vivo, pregavam o seu não fim com o slogan punk’s not dead. Nos anos 90, uma nova geração de punk acabou surgindo, sem a mesma ideologia, sem o mesmo espírito de desordem, mas com as mesmas raízes, dentro de três acordes.

O Straight Edg

O cenário punk abriga diferentes comunidades. Monteiro (1999) fala da comunidade SXE que surgiu num momento em que, a cena punk, segundo eles, estava intoxicada, estúpida, contraditória, presa num pensamento do tipo o “mundo estava acabado, não há futuro”. O Straight Edg, ou SXE é um movimento de protesto contra todo esse negativismo, uma alternativa para aqueles que estavam dormindo em cima do próprio vômito.

Por causa do X, tatuado nas mãos, as bandas SXE, inicialmente, eram chamadas de fascistas onde tocavam. Porém, a maioria dos seguidores do estilo SXE não se interessa por nada que aconteça fora de sua comunidade, pelas coisas que afetam a vida das pessoas comuns. Suas bandas ignoram temas políticos e preferem escrever sobre temas infantis, relações amorosas, conflitos pessoais e amizades que se perdem e fazem debandar os membros da tribo.

Líderes de bandas SXE afirmam que o movimento ainda pode ser uma saída para uma juventude fraca, que celebra o uso das drogas como forma de rebeldia, podendo mudar a vida de muitas pessoas.

Para eles, não se pode deixar que algo tão bom passe a imagem de bondade e pureza só dentro de uma comunidade, existindo milhares do pessoas livres de vício, que se esforçam para que existam mudanças que não ficam em casa ouvindo um Cd de uma banda de moleques, que voltarão a beber assim que terminarem o colegial ou tiverem que encarar o primeiro problema que surgir nas suas vidas.

Um SXE hardcore se define como pessoa que busca se livrar de todo tipo de vício adquirido na sociedade atual, como drogas, álcool, cigarros, hipocrisias. Acreditam que o mundo pode mudar com pequenos gestos de solidariedade e altruísmo, transformando-se em um lugar, onde seres humanos possam desfrutar do prazer integral da natureza.

Os SXE vestem-se com roupas de matéria que venha das plantas, que sejam confortáveis e simples, para não serem notados pela sociedade consumista, porque acreditam que não há necessidade de vestir roupa de grife para ser feliz. Não vestem roupas de couro de animais. Não andariam com gente que veste roupa de couro e que usa roupa que dá status.

Têm como lema: se você não quer ser parte do problema, seja parte da solução; antes de mudar o mundo mude você mesmo, combatendo mitos que valorizam o individual, incentivando a ação coletiva e pensando na natureza como conjunto. Dizem–se apolíticos, porém acreditam que é tarefa do homem lutar contra o capitalismo, fora das atitudes individuais; acreditam na necessidade de educar e mobilizar a classe trabalhadora; lutam contra aborto, pelo direito à vida. Pro Life é o nome de seu movimento religioso.

Propõem uma nova ética: as vidas dos animais são só deles e devem ser respeitadas; têm também como lema rejeitar a falsidade antropocêntrica, que mantém a hierarquia opressiva da humanidade sobre os animais: é hora de libertá-los.

Em 1999, (Monteiro:183) quando pesquisava os movimentos de moda que repudiavam o uso do couro, falou com uma vocalista de uma banda SXE que lhe disse:

Na fábrica, na fazenda e no laboratório: laticínios, ovos e carnes, camurça, lã e couro são os produtos finais da tortura, confinamento e assassinato, renunciando seu uso em reverencia a toda vida inocente. O direito da vida selvagem de viver em paz, em seu ambiente natural sem, interferência dessa civilização, não pode mais ser negado.

Para eles, tornar uma cultura digna de ser chamada civilizada exige que se acabe com a crueldade. O veganismo é a essência da compaixão a da vida pacífica. O SXE é uma militância política, que combate todas as formas de exploração, um caminho para a mudança coletiva através da mudança individual. Acredita que, para a formação de uma sociedade justa, as pessoas devem se abster de intoxicantes e de produtos animais.

Ray, vocalista da banda Shelther, falou, em entrevista, para a revista Leberation, em janeiro de 1997, usada com referência pelo grupo, e também, por Monteiro (1999),…Meu Deus! Esse mundo é um lugar ferrado! Temos que fazer algo! Enquanto isso outras pessoas ficaram vendo tv, jogando futebol”. Colocou que o pessoal da cena punk estava muito consciente de que o mundo estava desmoronando e que era preciso fazer alguma coisa: “punk” deve significar reformas e melhorias, deve ver o que está errado e tentar consertar. Diz que quando bandas só falam de namoradas e de coisas estúpidas, mesmo que tenham cabelos vermelhos ou moicanos, parecem-se, mas não são punks, são “mainstream” e perdem a identidade para encontrar abrigo. Temos que encontrar abrigo em algo que não nos iluda, podemos nos fantasiar de “rap” ou “rave” para ir a uma festa, mas não encontraremos guarida.

Essa entrevista tornou-se como hino do veganista, e foi citada infinitas vezes por eles para lembrar que Day diz ser favorável à comunicação (as mídias) porque quer ver as pessoas unidas e que elas, ao invés de condenar, devem-se encorajar a garotada para que sejam sinceros e desprendidos do mundo materialista. Fala do poder da música e aconselha o jovem que quer ser músico. É preciso saber usar a posição de liderança de uma banda, aproveitando a oportunidade para passar, através de suas letras, temas que possam encorajar as pessoas de maneira positiva.

Para ele a mensagem de uma banda afetará a vida de outras pessoas e, antes de formar uma banda e escrever letras, antes de se tornar professor e instruir as pessoas de algum modo, o jovem deve se tornar uma pessoa pura; essa é a coisa mais importante para um músico, que, principalmente, deve ter um estilo de vida honesto e, depois, pode tentar mudar a vida das outras pessoas.

Fonte: Fashion Bubbles

Por Queila Ferraz Monteiro (com alguns comentários meus)

Posted by the girl

 

25
Mar

Neil Aspinall (1941-2008)

neil-aspinall.jpg

  Morre mais um Beatle. Neil, companheiro da banda de rock mais importante do mundo desde seus dias de infância, era mais do que um simples candidato ao posto de quinto Beatle - patente que talvez caiba melhor ao produtor George Martin por incitar o processo criativo do grupo -, ele era feito do mesmo material que os quatro de Liverpool. Amigo de escola de Paul McCartney e de George Harrison desde os doze anos de idade, ele acompanhou a formação da banda e seus primeiros shows bem de perto, a ponto de assumir o posto de road manager do grupo - em outras palavras, motorista. A partir daí, não largou mais o grupo - e, ao lado de outro compadre de Liverpool, o grandalhão Mal Evans (que morreu em 1976), acompanhou uma das grandes aventuras do século 20. Mas enquanto Mal era apenas um ex-segurança do Cavern Club, Neil era um Beatle. Sempre foi. Quieto e prestativo, tornou-se o principal executivo da Apple e o grande responsável pela volta da banda nos anos 90 com o projeto Anthology. E como o biógrafo oficial do grupo Hunter Davies nota no comentário que escreveu sobre o sujeito no Guardian levou para o túmulo sua versão da história.

Fonte: trabalhosujo

Posted by the girl

22
Mar

Replicantes em Curitiba

OS REPLICANTES NO ÓPERA 1 ARENA

Sexta feira 04/04 ÓPERA 1 ARENA
Abertura da casa 21hs inicio dos shows 22hs bandas:
REPLICANTES
SICK SICK SINNERS
JAVALIS DO PÂNTANO
AUTO CONTROLE
BOLORES (PONTA GROSSA)DISCOTECAGEM ESPECIAL: NANI
INGRESSOS PROMOCIONAIS ANTECIPADOS R$ 15,00.
Pontos de venda:
DR. ROCK / VITRINA ROCK / LETS ROCK
LOCAL: Ópera 1 arena Rua Jaime Reis, 313 Largo da Ordem Curitiba – Pr
censura 16 anos l obrigatório a apresentação de documentosPROMOÇÃO: Curitiba on stage * BasecwB * Ópera1 arena

Informações:
Cel. 41. 92166980
MSN dimascwb@hotmail.com

Apoio: 91 punk radio, Let´s rock, Dr rock, Neural machine, Destroyer, Dynamite on line

Fonte: opera 1 (comuna do orkut) 
Posted by the girl
22
Mar

Velvet Revolver pode ser banda de abertura na turnê do Led Zeppelin

Que maravilha, ninguém sabe porra nenhuma, sai falando merda pra todo mundo e acha que tá abafando!!!!!!!!

O título chega a ser ridículo!

Quero dizer, Velvet Revolver????

O Scott nem saiu da clínica ainda, sem falar nos boatos de que a banda vai acabar!!!!!!

E o Led Zeppelin sair em turnê mundial????

por mais que eu queira….

é difícel!

Agora que já fiz minhas devidas explanações ai vai:

“Depois do Cult, agora é a vez do Velvet Revolver afirmar que fará os shows de abertura da turnê do Led Zeppelin, se é que ela vai acontecer. Em entrevista à rede BBC, o baixista Duff McKagan confirmou a escolha.

“Sei que somos nós, embora imagine que vá ter um monte de bandas preparadas para nos chutar e socar para assumir o privilégio”, afirmou ele.

Apesar disso, McKagan disse recentemente nem ter certeza de que o vocalista Scott Weiland, que recém saiu de uma clínica de reabilitação, estará em condições de cumprir os shows do próprio VR.

A animação dos candidatos ao show de abertura e as declarações de Jimmy Page são as únicas declarações positivas para a turnê do Led Zeppelin. Robert Plant, no entanto, além de estar em turnê com a cantora Alison Krauss, não estaria com tanta vontade de encarar o compromisso.”

Fonte:Redação iG Música

E só pra não dizerem que eu to pirando errado em achar tudo isso muita baboseira:

Plant rejeita 300 milhões por turnê do Led Zeppelin

“Artigo do Sunday Mirror afirma que Robert Plant rejeitou uma oferta de cem milhões de libras (pouco mais de trezentos milhões de reais) para uma turnê mundial com o LED ZEPPELIN, sob a alegação que pretende se concentrar em sua parceria com Alison Krauss, cantora country norte-americana.

Uma fonte ligada à banda teria dito: “A despeito da oferta milionária, a decisão não envolve dinheiro. Eles sempre disseram que fariam um único show para ver como se sentiriam. Jimmy [Page] adorou a apresentação de dezembro o suficiente para pensar seriamente em excursionar, alegando que a banda ainda tem o que oferecer. John [Paul Jones] concorda com Jimmy e adorou tocar novamente com seus ex-companheiros de banda. Mas Robert quer que este concerto do final do ano passado passe para a história como o legado do grupo. Eles provaram que ainda poderiam fazê-lo e isto é suficiente. Robert tem outros projetos e está feliz com eles”.

Fonte:whiplash

Posted by the girl
20
Mar

Matanza em Curitiba

matanza.jpg

Data: sábado, 5 de abril de 2008

Hora: 22:00

Local: Hangar Bar

Cidade: Curitiba

Detalhes: Matanza no Hangar-Bar dia 5 de Abril.

Abertura:.50, Pantera (Rejection), e Barra Pesada.

Ingressos Antecipados e limitados para 500 Pessoas.

Valor: R$20,00 Na Hora Outro Valor

Pontos de Venda: Túnel do Rock, Let´s Rock, Dr. Rock e Hangar-Bar

Realização:Tendência Evento´s

Posted by the guy

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17
Mar

Vans ZonaPunk Apostam

Não sei exatemente do que diabos se trata, o importante é que vai ter show e quem quiser tocar ainda pode se inscrever.

O regulamento e procedimento tá no tal do Hotsite.

06/04 @ DoSol Rock Bar - Natal/RN
Bandas: Fewell, Sobre o Fim, Fliperama, Rock Rovers, Reação Adversa, Rotten Horror, Academic For Punk, No Skill, Lirios, Windheads

13/04 @ Blackout - Brasília/DF
Bandas: Firstations, Sem Fim, HP7, Cardia, Nitra, Under Atlantic, Akord, Gonorants, PDG, Raven

13/04 @ Espaço Studio G - Santos/SP
Bandas: Zebra Zebra, No Neusa, Last Memory, Analisando Sara, Drop In, Libertar, Day Off, A Thousand Lies, Ralkfist
1 VAGA DISPONÍVEL

13/04 @ 92 Graus - Curitiba/PR
Bandas: Dusty, Mixtape, Alcohol, Áyira, Parachamas, Roxanne, Laundry Room, Voduck, Estatica
1 VAGA DISPONÍVEL

13/04 @ Catedral Bar - Santo André/SP
Bandas: Raztro, Sideshow, Over Shad, Mash, Kixute, Big Beagles, Kind of Hate, R.A.I.V.A., Index, Slinks

13/04 @ Garagem Hermética - Porto Alegre/RS
Bandas: RIFI, Paylester
8 VAGAS DISPONÍVEIS

21/04 @ Matriz - Belo Horizonte/BH
Bandas: K’Imo, Fadiga, Ornitorrinco, Fuzilis, Mr. Clown, DYF, Lost Insight, Brick bed, Feeble, Os Capiau

04/05 @ SkaSkateRock - São Paulo/SP
Bandas: Cassino, Preludio, Wave, Quarter, Lenin, Terceiro Mundo, Cinematica, Gridare, Asfixia Social, Hello Dali

10/05 @ TBA - Rio De Janeiro/RJ
Bands: Dropout, R. Sigma, Halé, Audiva, Namen.
5 VAGAS DISPONÍVEIS
Fonte: zonapunk

Posted by the girl

 

 

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07
Mar

Resenha do show do Iron na Pedreira


04/03/2008 - Pedreira Paulo Leminsky - Curitiba/PR

“Pra começar, pode soar estranho uma resenha sobre um show de metal aqui no Zona Punk, mas acredito que o Iron Maiden está acima destes rótulos. Ok, é uma banda de heavy metal, talvez a maior delas em atividade, mas é um clássico, e contra os clássicos, não há argumentos.
Já havia visto o Iron Maiden em outras duas ocasiões, mas esta seria diferente. A “Somewhere Back In Time Tour” é peculiar por abordar uma fase peculiar da carreira do grupo, que corresponde lógicamente à sua fase áurea, baseando o show (com exceções) na tour que originou o disco ao vivo “Live After Death”, e que inclusive fez história na primeira edição do Rock IN Rio por aqui, no já bem distante ano de 1985.
Talvez por conta destas peculiaridades, uma empolgação e desespero nunca antes vistos, assolou a vinda da banda ao Brasil, causando assim uma corrida louca aos ingressos e uma expectativa inédita.
Não pude evitar de ser contaminado, e aquele espírito saudosista me venceu. Lembrei-me dos posters na parede do quarto quando adolescente, os videos assistidos na porta da loja Woodstock em São Paulo/SP, os vinis, o eddie, a máscara egípcia, e lá fui eu.
Show na Pedreira Paulo Leminsky, não tem jeito, tenho que encarnar o Gonzo, pois é uma aventura a parte, ainda mais com mais de 20.000 headbangers em minha volta.
Ao contrário do que eu poderia imaginar, a coisa estava tranquila. Claro, haviam os tipos engraçados, metaleiros de couro e cinto de bala, bebendo conhaque no gargalo, num calor infernal, mas se não tivesse esses tipos, não teria graça.
O Iron Maiden é sem dúvida a banda mais popular do gênero, e nivela todas as classes. Rico, pobre, branco, negro, homem e mulher, todos (leia bem, TODOS) de camiseta preta da banda, marchando para dentro da Pedreira, sem distinção. Seria essa ‘nação metal’ que o Sepultura sonhava criar ao lançar o conceito do disco “Nation”? Enfim.
Pedreira lotada, e quando eu entrei a tal filha do Steve Harris já havia feito seu show de abertura. Quem viu, disse que não fedeu, nem cheirou. O som era um hard rock pop oitentista, e ela, uma gostosa. OK, próxima.
Sem atraso, 21:00, a Donzela De Ferro entra em cena.
A dobradinha inicial com “Aces High” e “2 Minutes To Midnight” foi covarde, fez com que este que vos escreve quisesse ter 14 anos novamente.
Se você gosta do Iron, já deve ter lido por ai (ou foi ao show) e sabe como foi o espetáculo, mas é valido citar os detalhes, pois estes sim, fizeram a diferença. Por exemplo, emocionante o palco na hora de “The Trooper”, com Bruck Dickinson com a bandeira inglesa, e o palco egípcio dando espaço à imagem da capa do single da canção. Emocionante também Dickinson e a inconfundível máscara egípicia que ele usou durante os shows dos anos 80 durante a música “Powerslave”.
As faixas foram tocadas uma atrás da outra, sem delongas, e parecia que você estava ouvindo uma coletânea de greatest hits, e até a manjadíssima “Fear Of The Dark” - deslocada no set-list e na temática do show - caísse bem naquele momento.
Tudo foi maravilhosamente bem executado, fielmente, igualzinho às gravações de estúdio, com uma ou outra sutil mudança, no caso, apenas aperfeiçoando algum detalhe.
Clássicos e mais clássicos. Aquelas que você ouviu em vinil, que assistia as fitas vhs e jamais imaginaria ver ao vivo sendo executadas daquela forma. Além das já citadas, tivemos “The Number Of The Beast”, “Monnchild”, “Run To The Hills”, “Wasted Years”, “Rime of the Ancient Mariner”, “Revelations”, “Heaven Can Wait”, “Iron Maiden” (com direito ao Eddie no palco, o da capa do “Somewhere In Time”) “Clairvoyant” e fechando com “Hallowed Be Thy Name”. Histórico.
O show teve duas horas exatas de duração, mas pareceram 15 minutos.
Por 15 minutos, ou por duas horas, enfim, enquanto durou esta viagem no tempo, tive a certeza que algumas bandas estão acima do bem e do mal, e o Iron é uma delas.
Para quem não pode presenciar o histórico show de 85, este foi um prêmio de consolação mais do que merecido, e nem me importaria de ser taxado de “metaleiro” como a globo fez com o público do Maiden nos 80s.
Viva a adolescência. Reviva as revistas horríveis de metal dos anos 80. Up The Irons!”

Texto de Wladimyr Cruz

Faço destas minhas palavras com exceção da parte em que ele cita a filha do Harris, mais do que “nem fedeu nem cheirou”, achei ela uma bosta.

Fonte: zonapunk

Posted by the girl

 


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